segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Retiro do Movimento em Fortaleza/CE

Nos dias 16, 17 e 18 de novembro aconteceu o retiro do Movimento da Transfiguração na cidade de Fortaleza, com o tema: A oração como caminho de crescimento da Fé. Foi realizado na cada de retiro das irmãs Dorotéias, no centro de espiritualidade Uirapuru. No retiro aprofundamos os métodos de oração: Lectio Divina, oração mental e oração litúrgica. O encerramento do retiro foi com a missa celebrada pelo Pe. Emílio Cesar. 
Veja abaixo as fotos:












sábado, 10 de novembro de 2012

Lançamento do Livro: "Lectio Divina do evangelho de Marcos", de Cesar Augusto


APRENDENDO A REZAR COM A BÍBLIA

Este livro é fruto da minha busca pela face do Senhor por meio do método de leitura da Palavra de Deus chamado Lectio Divina. Esta busca pela face do Senhor, realizada nestes últimos anos de minha vida, não é uma busca solitária, embora conte com muitas horas de oração e estudo pessoal. Ela é, antes de tudo, a busca de alguém que pertence à Igreja. Você perceberá que minha busca pela face serena e amorosa
do Senhor é acompanhada por grandes santos, como: São João da Cruz, Santa Teresa de Ávila, Santo Agostinho e outros. Este livro tem trinta capítulos. Desta forma, você poderá lê-lo em trinta dias. Nele, você percorrerá o evangelho de São Marcos todo, evangelho este que, dizem os especialistas em Bíblia, foi o primeiro a ser escrito. Minha sugestão é que a cada dia você leia um capítulo ou, mais do que isto, que você
medite sobre cada capítulo. Apesar de este livro poder ser lido de forma direta, creio que seja mais proveitoso ser utilizado como um guia, um mapa para sua busca pessoal pela face do Senhor.

Cesar Augusto, autor do livro

Cesar Augusto Nunes de Oliveira nasceu na cidade de Natal (RN) em 1971, casado com Marjorie Maria e
funcionário público federal. É fundador do Movimento da Transfi guração, presente em vários estados do Brasil. O carisma do Movimento é marcado por três grandes mananciais da espiritualidade: a Lectio Divina – Leitura Orante da Palavra de Deus, a oração mental – como relacionamento de amizade com Deus e a Liturgia. Antes da fundação do Movimento, o autor teve sua formação marcada pela experiência das Novas Comunidades, na espiritualidade da Renovação Carismática. Nos anos que vivenciou esta experiência,
participou de vários retiros e congressos também como palestrante e coordenador destes eventos. Hoje, como responsável pelo Movimento da Trans figuração, o autor dá palestras sobre temas bíblicos, espiritualidade e liturgia; prega retiros de nais de semana em várias cidades do Brasil; e também organiza e conduz Peregrinações à Terra Santa e a vários outros Santuários.

D. Gregório Paixão, Bispo da Diocese de Petrópolis/RJ, faz a apresentação do Livro

Para adquirir o livro, clique aqui:

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

FESTA DA DEDICAÇÃO DA BASÍLICA DO LATRÃO

Segundo uma tradição que remonta ao século XII, celebra-se neste dia o aniversário da dedicação da basílica do Latrão, construída pelo imperador Constantino. Inicialmente foi uma festa exclusivamente da cidade de Roma; mais tarde, estendeu-se à Igreja de Rito romano, com o fim de honrar a basílica que é chamada “mãe e cabeça de todas as igrejas da Urbe e do Orbe” e como sinal de amor e unidade para com a Cátedra de Pedro que, como escreveu Santo Inácio de Antioquia, “preside a assembléia universal da caridade”.




quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Jovem rejeitou o aborto por estupro: Não tenham medo de dizer sim à vida!


                                                               Verónica Cardona e sua filha, María Fernanda

REDAÇÃO CENTRAL, 08 Nov. 12 / 09:57 am (ACI/EWTN Noticias).- Verónica Cardona ficou grávida aos 16 anos de idade depois de ser estuprada por seu próprio pai. Esta jovem colombiana optou por defender a vida do bebê e, cinco anos depois de viver este drama, exorta às mulheres que passam por casos similares a que "não tenham medo de dizer sim à vida, não tenham medo de dizer sim ao amor!".

Faz uns dias visitou o Equador para apoiar uma manifestação contra a legalização do aborto por estupro. Aí contou o que aconteceu com ela e como Deus lhe deu forças para continuar.

Em uma entrevista concedida ao grupo ACI, Verónica confessou que o primeiro impacto depois de saber que tinha ficado grávida após o estupro foi desolador.

"Foi um impacto muito grande me dar conta de que estava grávida. Nesse preciso momento senti que minha vida tinha fracassado, ainda mais porque sabia que o bebê que eu esperava era o "produto" da violação por parte do meu próprio pai".

Verónica recorda que o medo se apoderou dela, mas que não queria se submeter a um aborto. "Caí em depressão uns dias, não queria matar a um ser inocente, mas tinha medo, possivelmente o mesmo medo que sentem muitas mulheres ao saber que estão grávidas".

Verónica recorda que temia não ser "capaz de sair adiante, medo aos preconceitos, medo a que me vissem com pena, medo a enfrentar a realidade, medo a ficar sozinha".

"Naturalmente quase toda minha família, doutores, juízes, todos queriam que abortasse, sobretudo porque aqui na Colômbia o aborto tinha acabado de tornar-se legal em três casos: por estupro, por má formação e por risco da vida da mãe", indicou.

A jovem mãe assinalou que ela cumpria todos os requisitos para que pudesse abortar de acordo à legislação colombiana: sofreu uma violação, existia a possibilidade de má formação em seu bebê, e era uma gravidez de alto risco.

Entretanto, um fator importante em sua decisão foi encontrar um dia a sua mãe chorando e lhe pedindo perdão, porque ela mesma tinha considerado a possibilidade de abortá-la quando estava em seu ventre.

Esse fato fortaleceu sua convicção de que "não tinha o direito de tirar a vida de ninguém, e menos ainda de uma pessoa indefesa, uma pessoa que não me tinha feito nada".

Após tomar a decisão de ter o seu bebê, a família de Verónica deixou de falar com ela durante vários dias e só sua mãe a apoiou.

"Assim começou a crescer em meu ventre o maior milagre de amor. Foi uma experiência formosa ainda que tenha sido dura", assegurou.

Verónica assinalou que "quando via as ecografias, podia me dar conta do grande milagre da vida, sentir seus pequenos, mas inofensivos golpes no meu estômago e logo ver sua ternura ao nascer".

Durante o tempo da gravidez, a mãe de Verónica participava de uma comunidade católica, que a ajudou a fortalecer sua decisão de "trazer vida ao mundo, já fora que ao nascer desse a minha filha em adoção, ou decidisse ficar com minha filha e sair adiante".

Verónica assinalou que ao princípio quis esquecer-se de Deus. "Fiquei zangada com Ele porque não podia entender como um Deus tão bom e que me amava tanto podia permitir que isso acontecesse comigo, que não tinha feito nada de ruim na vida", disse.

Entretanto, apesar de sua dor, "refugiava-me nele e lhe pedia forças para continuar adiante, e hoje estou segura de que Ele sempre esteve comigo em minhas noites e dias de pranto. Era Ele quem me animava e me levantava!", assinalou.

Ao nascer sua filha, a quem chamou María Fernanda, Verónica enfrentou "vazios", que tentou encher com festas, amigos e trabalho, mas não foi até que participou de um retiro espiritual da comunidade Laços de Amor Mariano que pôde "voltar a viver".

Durante esse retiro espiritual pôde perdoar a todos os que lhe fizeram mal, incluindo o seu pai. "Entendi muitas coisas, senti-me digna novamente, voltei a nascer!", recordou.

Ao sair do retiro, Verónica era muito mais consciente de que "a vida é um dom".

"Indignavam-me, como me indignam agora, os argumentos dos abortistas, que se escondem em casos como o meu para matar a um inocente e encher o bolso com dinheiro manchado de sangue inocente, dizendo que sempre que olhe para a criança você vai lembrar-se do momento tão doloroso que foi o de ser abusada", assinalou.

Verónica assegura que sente "a necessidade enorme de gritar a verdade ao mundo, que é que um filho nunca vai lembrar às circunstâncias (de um estupro), porque é uma pessoa absolutamente diferente. Pelo contrário, vai te ajudar a sanar as feridas, vai te dar alegria e sentido a sua existência".

"Falo desde a minha própria experiência e não como os abortistas que falam sem sequer conhecer ou ter passado por uma experiência destas, porque a maioria de quem apoia o aborto nunca abortou".

Verónica assegurou que "as mulheres que, enganadas abortam, depois são defensoras da vida".

"Os abortistas não se preocupam com a mulher como aparentam fazê-lo. Se se preocupassem realmente, não ofereceriam um aborto, mas pelo contrário ofereceriam ajuda para que ela possa sair adiante com seu filho", assinalou.

Se para os que promovem o aborto realmente lhes importasse o sofrimento da mulher "aceitariam realidades como a síndrome pós-aborto, aceitariam que a vida começa na fecundação do óvulo como o dizem os cientistas".

Verónica criticou que os abortistas "reclamam ‘direitos’ da mulher e eles são os primeiros em passar por cima deles".

"As mulheres têm direito a uma maternidade, e eles passam por cima deste formoso dom convertendo o ventre das mulheres no túmulo do seu próprio filho", criticou.

"O aborto não faz com que a gravidez deixe de existir, matar não é uma opção, é a pior decisão", indicou, acrescentando que enquanto que a vida engendra vida, o aborto produz "morte, dor, pranto, desespero, angústia e uma culpa que muito dificilmente será apagada de sua mente, de sua alma, de seu ser".

Verónica exigiu que os abortistas não brinquem "com a dor da mulher e de muitos homens que também são vítimas de um aborto".

Remarcando que a defesa da vida frente ao aborto não é um tema religioso, Verónica Cardona convidou a "católicos, cristãos, evangélicos, ateus e a todos os que estão a favor da vida" a que "não nos cansemos de ser a voz daqueles, que embora tenham voz e direitos, os querem calar desde o ventre".

Citando ao fundador de Laços de Amor Mariano, Rodrigo Jaramillo, Verónica sublinhou que "quem aborta a uma criança do seu ventre, aborta a Jesus do seu coração", pois "Jesus é a mesma vida".

Verónica também revelou que "por graça de Deus pude perdoar o meu pai, olhá-lo aos olhos e agradecer-lhe por ter me dado a vida", e embora sua filha, que atualmente tem cinco anos "ainda não sabe bem tudo o que aconteceu", está decidida a ir contando pouco a pouco tudo, pois "ela tem direito a saber a verdade".

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Retiro do Movimento em Goiânia/GO

Nos dias 2, 3 e 4 de novembro aconteceu o retiro do Movimento da Transfiguração, na casa de retiro Caminho de Emaús, na cidade de Goiânia para os grupos dessa cidade e da cidade de Quirinópolis/GO. 
Foi um momento enriquecedor para aprofundarmos sobre o Ano do Fé, tendo a oração como meio de crescimento da nossa fé. 
Tivermos momento de Lectio Divina, Liturgia das Horas, palestras, momentos de silêncio, recitação do terço (o fizemos caminhando pela trilha chamada "Caminho de Emaús) e encerramos com a celebração da Missa, que foi presidida pelo Monsenhor João Daiber. 
Veja abaixo as fotos:





































quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Sandy e Nossa Senhora

 
 
Nossa Senhora rodeada de destroços provocados pela
 passagem da tempestade Sandy em Queens, NY.
Fotografia do Wall Street Journal
 
 
Nesta foto tão significativa, vemos que a presença de Nossa Senhora sempre se faz mais forte nos momentos mais difíceis.
Ó Virgem Mãe de Deus, intercedei por todos os que sofrem esta tremenda catástrofe ecológica. Amém.