sábado, 13 de outubro de 2012

Peregrinação Santuários Europeus - 11º e 12º dia - Roma

No período de 21 de setembro a 6 de outubro, o Movimento da Transfiguração organizou mais uma peregrinação, desta vez aos Santuários Europeus.
O décimo primeiro dia da nossa Peregrinação foi uma manhã livre em Paris e a tarde viagem para Roma.
No décimo segundo dia, já em Roma, participamos pela manhã da audiência geral com o Santo Padre o Papa Bento XVI. Foi um momento muito marcante quando escutamos sendo anunciado, diante do Papa Bento XVI, na Praça de São Pedro, o nome do Movimento da Transfiguração. 
No período da tarde  visitamos o Museu do Vaticano e a Basílica de São Pedro. No final da tarde, participamos da missa na Basílica.
Veja abaixo as fotos:




















Para ver as fotos dos outros dias, clique abaixo:

Peregrinação Santuários Europeus - 1º dia - Lisboa

Peregrinação Santuários Europeus - 2º dia - Fátima

Peregrinação Santuários Europeus - 3º dia - Santiago de Compostela

Peregrinação Santuários Europeus - 13º dia - Roma

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Peregrinação Santuários Europeus - 10º dia - Paris

No período de 21 de setembro a 6 de outubro, o Movimento da Transfiguração organizou mais uma peregrinação, desta vez aos Santuários Europeus.
O décimo dia da nossa Peregrinação foi o nosso terceiro dia em Paris. Começamos visitando a igreja onde fica o corpo incorrupto de São Vicente de Paula. Depois fomos para a Capela da Medalha Milagrosa, local onde Nossa Senhora das Graças apareceu a Santa Catarina de Labouré e mandou ela cunhar uma medalha que se tornou conhecida como Medalha Milagrosa. Lá celebramos a missa . Na capela também está o corpo de Santa Catarina de Labouré e de Santa Luisa Marilac, fundadora das filhas de caridade.
Veja abaixo as fotos:

Igreja de São Vicente de Paula


Corpo incorrúpto de São Vicente de Paula


Entrada da Capela da Medalha Milagrosa


Cadeira onde Nossa Senhora sentou para falar com Santa Catarina 




Corpo incorrupto de Santa Catarina de Labouré










Para ver as fotos dos outros dias, clique abaixo:

Peregrinação Santuários Europeus - 1º dia - Lisboa

Peregrinação Santuários Europeus - 2º dia - Fátima

Peregrinação Santuários Europeus - 3º dia - Santiago de Compostela

Peregrinação Santuários Europeus - 13º dia - Roma

Peregrinação Santuários Europeus - 9º dia - Paris

No período de 21 de setembro a 6 de outubro, o Movimento da Transfiguração organizou mais uma peregrinação, desta vez aos Santuários Europeus.
O nono dia da nossa Peregrinação foi o nosso segundo dia em Paris. Começamos o dia fazendo um tur pelos principais monumentos de Paris - Torre Eiffel, Arco do Triunfo , Campos Elísios  Ópera e Museu do Louvre. Depois, visitamos a Catedral de Notre-Dame de Paris. A tarde, fomos conhecer Monmartre e a Basílica do Sagrado Coração de Jesus (Sacre Cour). Depois celebramos a missa na Cripta da Basílica. 
Veja abaixo as fotos:

Foto do grupo na Torre Eiffel


Ópera


Museu do Louvre


Campos Elisios - Avenida Champ's Elisieux

Arco do Triunfo

Notre-Dame de Paris





Foto junto ao Ícone da Virgem da Ternura



Vista externa da Basílica do Sagrado Coração de Jesus - Sacre Cour




Celebração Eucarística na Cripta da Basílica 







Para ver as fotos dos outros dias, clique abaixo:

Peregrinação Santuários Europeus - 1º dia - Lisboa

Peregrinação Santuários Europeus - 2º dia - Fátima

Peregrinação Santuários Europeus - 3º dia - Santiago de Compostela

Nossa Senhora Aparecida

A Igreja no Brasil celebra, no dia 12 de outubro, sua padroeira: Nossa Senhora Aparecida.
 
Ó Virgem a quem veneramos

com piedade enternecida

e a quem alegres chamamos

Aparecida!

 
Quem poderia narrar

o teu amor sempre novo

e as graças que concedeste

ao nosso povo?


Por tantas e tantas graças

bem mereces a coroa

com que a fronte te cingimos,

ó Mãe tão boa!

 
As agruras desta vida

sofrendo com paciência,

possamos gozar no céu

tua clemência.

 
Ao Deus uno e trino glória

e todo louvor convém;

só ele governa o mundo

e o céu. Amém.

 
Ó Deus todo-poderoso, ao rendermos culto à Imaculada Conceição de Maria, Mãe de Deus e Senhora nossa, concedei que o povo brasileiro, fiel à sua vocação e vivendo na paz e na justiça, possa chegar um dia à pátria definitiva. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Bento XVI abre oficialmente o Ano da Fé


O Papa Bento XVI abriu oficialmente o Ano da Fé com uma Santa Missa realizada no Vaticano na manhã desta quinta-feira, 11. A proposta do Pontífice é que este seja um tempo de reflexão para que fiéis católicos de todo o mundo possam redescobrir os valores da sua fé.

No dia em que também se comemoram os 50 anos do início do Concílio Vaticano II, o Papa presidiu a celebração eucarística com a participação de 400 concelebrantes. Entre eles, estavam alguns brasileiros, como o cardeal arcebispo de Aparecida, Dom Raymundo Damasceno Assis, que também é presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

Fazendo memória ao jubileu de ouro do Concílio, um acontecimento que marcou a vida da Igreja, o Papa explicou que a celebração foi enriquecida com alguns sinais específicos. A procissão inicial quis lembrar a procissão dos Padres conciliares, houve a entronização do Evangeliário, que é uma cópia daquele utilizado durante o Concílio e a entrada das sete mensagens finais do Concílio e do Catecismo da Igreja Católica.

“Estes sinais não nos fazem apenas recordar, mas também nos oferecem a possibilidade de ir além da comemoração. Eles nos convidam a entrar mais profundamente no movimento espiritual que caracterizou o Vaticano II, para que se possa assumi-lo e levá-lo adiante no seu verdadeiro sentido”, disse.

O Papa explicou que o Ano da Fé está em coerência com todo o caminho da Igreja nos últimos 50 anos, desde o Concílio, passando pelo Magistério do Servo de Deus, Paulo VI até chegar ao Jubileu do ano 2000, em que o Bem-Aventurado João Paulo II propôs à humanidade Jesus Cristo como único Salvador.

“Jesus é o centro da fé cristã. O cristão crê em Deus através de Jesus Cristo, que nos revelou a face de Deus”, enfatizou o Papa. Ele lembrou que, como diz o Evangelho do dia, Jesus Cristo é o “o verdadeiro e perene sujeito da evangelização”.
Por que ter um Ano da Fé?

Ainda na homilia, o Papa Bento XVI explicou que a Igreja proclama um novo Ano da Fé não para “prestar honras a uma efeméride”, mas sim porque é necessário, mais ainda do que 50 anos atrás.

Isso porque nos últimos decênios o Papa lembrou que se tem visto o avanço de uma “desertificação” espiritual, um vazio que se espalhou. Mas estas situações, de acordo com o ele, permitem redescobrir a alegria e a importância de crer.

“No deserto é possível redescobrir o valor daquilo que é essencial para a vida; assim sendo, no mundo de hoje, há inúmeros sinais da sede de Deus, do sentido último da vida, ainda que muitas vezes expressos implícita ou negativamente”.


Dessa forma, Bento XVI explicou que o modo de representar este Ano da Fé é como uma peregrinação nos desertos do mundo contemporâneo, em que se deve levar apenas o essencial. “... nem cajado, nem sacola, nem pão, nem dinheiro, nem duas túnicas - como o Senhor exorta aos Apóstolos ao enviá-los em missão (cf. Lc 9,3), mas sim o Evangelho e a fé da Igreja, dos quais os documentos do Concílio Vaticano II são uma expressão luminosa, assim como é o Catecismo da Igreja Católica, publicado há 20 anos”.

Concílio Vaticano II

Sobre o Concílio, Bento XVI destacou que seu objetivo não foi colocar a fé como tema de um documento específico. No entanto, ele explicou que o Concílio foi animado pela consciência e pelo desejo de “imergir mais uma vez no mistério cristão, para poder propô-lo novamente e eficazmente para o homem contemporâneo”.

O Santo Padre também enfatizou que numa ocasião como esta de hoje, o mais importante é reavivar na Igreja aquele desejo ardente que se teve no Concílio de anunciar novamente Cristo ao homem contemporâneo.

“Mas para que este impulso interior à nova evangelização não seja só um ideal e não peque de confusão, é necessário que ele se apóie sobre uma base concreta e precisa, e esta base são os documentos do Concílio Vaticano II, nos quais este impulso encontrou a sua expressão”.

Fonte: Site Canção Nova