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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Clima de oração toma conta da praça de São Pedro no Vaticano



Oração, lágrimas e aplausos unidos ao som dos sinos da grande basílica vaticana anunciaram, às 20 horas (de Roma), que a Cátedra de Pedro está vazia. Este era o clima sentido por todos que se fizeram presente na Praça de São Pedro nesta quinta-feira, 28, horário em que a Sé Apostólica ficou oficialmente vacante.

Grupos de peregrinos, provenientes de vários partes do mundo, logo se uniram em oração. Um clima de profunda espiritualidade tomou conta do ambiente, cenas que talvez não consigamos traduzir em palavras.

Um grupo de sacerdotes e seminaristas cantavam de joelhos o Regina Caeli no centro da Praça de São Pedro. Num outro ponto, jovens com velas nas mãos se reuniam em grupos de oração numa vigilia pela Igreja. Sim, é verdade que também um clima de orfandade podia ser sentido entres os peregrinos. Pessoas que não sabiam para onde olhar, o que falar ou como se comportar. As palavras eram, muitas vezes, trocadas por um abraço, um Pai-Nosso ou uma Ave-Maria dirigidas, a Bento XVI - agora bispo emérito de Roma -, e ora para o futuro da Igreja

Sé Vacante

Às 20 horas, no exato momento em que tocaram os sinos da vasilica de São Pedro, também no Palácio Apostólico em Castel Gandolfo, milhares de pessoas acompanharam o momento em que a Guarda Suiça deixou o serviço de segurança de Bento XVI, fechando o grande portão de madeira diante de numerosas pessoas que gritavam: viva o Papa. O corpo militar, que na tradição da Igreja faz a guarda do Sumo Pontífice, volta para o Vaticano e já não se ocupa da segurança de Joseph Ratzinger.

O Palácio Apostólico do Vaticano foi lacrado e as janelas, da qual Bento XVI saudou os peregrinos por quase oito anos, agora estão fechadas e com as luzes apagadas até a posse do futuro sucessor de Pedro.

Fonte: Canção Nova Notícias / Foto: Gregorio Borgia

Da redação do Portal Ecclesia.

Bento XVI se despede dos Cardeais: Prometo total obediência ao futuro Papa



 Cidade do Vaticano (RV) – Após ouvir a saudação do Decano do Colégio Cardinalício, Bento XVI tomou a palavra para se despedir dos Cardeais.
Assim como o Card. Sodano, o Papa também citou a experiência dos discípulos de Emaús, afirmando que também para ele foi uma alegria caminhar em companhia dos cardeais nesses anos na luz da presença do Senhor ressuscitado.
Como disse ontem diante de milhares de fiéis que lotavam a Praça S. Pedro, a solidariedade e o conselho do Colégio foram de grande ajuda no seu ministério. “Nesses oito anos, vivemos com fé momentos belíssimos de luz radiosa no caminho da Igreja, junto a momentos em que algumas nuvens se adensaram no céu.Buscamos servir Cristo e a sua Igreja com amor profundo e total. Doamos a esperança que nos vem de Cristo e que é a única capaz de iluminar o caminho. Juntos, podemos agradecer ao Senhor que nos fez crescer na comunhão. Juntos, podemos pedir para que nos ajude a crescer ainda nessa unidade profunda, de modo que o Colégio dos Cardeais seja como uma orquestra, onde as diversidades, expressão da Igreja universal, concorrem à superior e concorde harmonia”.
Aos Cardeais, o Papa expressou “um pensamento simples” sobre a Igreja e sobre o seu mistério, que constitui para todos nós a razão e a paixão da vida, escrita por Romano Guardini. Ou seja, de que a Igreja não é uma instituição excogitada, mas uma realidade viva. Ela vive do decorrer do tempo, transformando-se, mas em sua natureza permanece sempre a mesma. O seu coração é Cristo.
“Parece que esta foi a nossa experiência ontem na Praça. Ver que a Igreja é um corpo vivo, animado pelo Espírito Santo, e vive realmente da força de Deus. Ela está no mundo, apesar de não ser do mundo. É de Deus, de Cristo, do Espírito Santo e nós o vimos ontem. Por isso é verdadeira e eloquente a outra famosa expressão de Guardini:
A Igreja se desperta no ânimo das pessoas. A Igreja vive, cresce e se desperta nos ânimos que, como a Virgem Maria, acolhem a palavra de Deus e a concebem por obra do Espírito Santo. Oferecem a Deus a própria carne e o próprio trabalho em sua pobreza e humildade, se tornando capazes de gerar Cristo hoje no mundo.
Através da Igreja, disse o Papa, o mistério da encarnação permanece presente sempre. E fez um apelo aos Cardeais:
“Permaneçamos unidos, queridos irmãos, neste mistério, na oração, especialmente na Eucaristia cotidiana, e assim serviremos a Igreja e toda a humanidade. Esta é a nossa alegria que ninguém pode nos tirar. Antes de saudá-los pessoalmente, desejo dizer que continuarei próximo com a oração, especialmente nos próximos dias, para que sejais plenamente dóceis à ação do Espírito Santo na eleição do novo Papa. Que o Senhor vos mostre quem Ele quer. E entre vós, entre o Colégio dos cardeais, está também o futuro Papa, ao qual já hoje prometo a minha incondicionada reverência e obediência.”

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Último ângelus de Bento XVI: servirei a Igreja com o mesmo amor e dedicação de sempre


VATICANO, 24 Fev. 13 / 09:42 am (ACI).- No marco do segundo domingo da Quaresma, e em seu último ângelus como Sumo Pontífice Bento XVI fez um chamado à primazia da oração na vida cristã, e partilhou que, agora, mediante uma vida de oração “não abandono a Igreja, pelo contrário. Continuarei a servi-la com a mesma dedicação e o mesmo amor”.

A Praça S. Pedro, informou a Rádio Vaticano, estava repleta neste domingo para este evento histórico. Faixas e cartazes em várias línguas demonstraram o carinho dos fiéis. A Praça se enchia desde as primeiras horas da manhã aos poucos foi sendo tomada por religiosas, sacerdotes, turistas, mas principalmente por famílias com crianças e muitos jovens.

Ao meio-dia, assim que a cortina da janela de seus aposentos se abriu, Bento XVI foi aclamado pela multidão.

Em sua catequese o Papa iniciou a meditação ressaltando que “no segundo domingo da Quaresma, a liturgia nos apresenta sempre o Evangelho da Transfiguração do Senhor”.

“O evangelista Lucas coloca especial atenção para o fato de que Jesus foi transfigurado enquanto orava: a sua é uma profunda experiência de relacionamento com o Pai durante uma espécie de retiro espiritual que Jesus vive em uma alta montanha na companhia de Pedro, Tiago e João.

“O Senhor, que pouco antes havia predito sua morte e ressurreição (9:22), oferece a seus discípulos antes da sua glória. E mesmo na Transfiguração, como no batismo, ouvimos a voz do Pai Celestial, "Este é o meu Filho, o Eleito ouvi-lo" (9:35). A presença de Moisés e Elias, representando a Lei e os Profetas da Antiga Aliança, é muito significativa: toda a história da Aliança está focada Nele, o Cristo, que faz um "êxodo" novo (9:31) , não para a terra prometida, como no tempo de Moisés, mas para o céu”, explicitou o Papa.

Meditando sobre a atitude do Apóstolo Pedro que queria continuar no Tabor, prolongando a experiência de comunhão com o Senhor, o Papa afirmou que da Transfiguração do Senhor “podemos tirar um ensinamento muito importante. Primeiro, o primado da oração, sem a qual todo o trabalho de apostolado e de caridade é reduzido ao ativismo. Na Quaresma, aprendemos a dar bom tempo para a oração, pessoal e comunitária, o que dá ânimo à nossa vida espiritual. Além disso, a oração não é isolar-se do mundo e suas contradições, como no Tabor desejava Pedro, mas a oração reconduz ao caminho, à ação. "A vida cristã - Eu escrevi na Mensagem para a Quaresma - consiste em uma subida contínua da montanha para encontrar-se com Deus, antes de cair de volta trazendo o amor e o poder dele derivado, a fim de servir os nossos irmãos e irmãs com o mesmo amor de Deus "

Partilhando sobre seu retiro a uma vida dedicada à oração e reflexão, que terá início após sua renúncia que será efetiva dentro de 3 dias, o Papa afirmou que “o Senhor me chama a "subir o monte”, para me dedicar ainda mais à oração e à meditação. Mas isto não significa abandonar a Igreja, ao contrário, se Deus me pede isso é precisamente para que eu possa continuar a servi-la com a mesma dedicação e o mesmo amor com o qual eu fiz até agora, mas de um modo mais adequado à minha idade e às minhas forças”.

Na saudação em várias línguas, Bento XVI falou também em português: “Queridos peregrinos de língua portuguesa que viestes rezar comigo o Angelus: obrigado pela vossa presença e todas as manifestações de afeto e solidariedade, em particular pelas orações com que me estais acompanhando nestes dias. Que o bom Deus vos cumule de todas as bênçãos”.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

A renúncia do Papa Bento XVI



Recebi a notícia da renúncia do Papa Bento XVI quando estava pregando o retiro do Movimento da Transfiguração no Mosteiro Trapista Nossa Senhora do Novo Mundo, no Paraná. Tomei um grande susto e confesso que levei alguns dias para conseguir assimilar essa notícia. Nestes últimos oito anos acompanhei seus passos quase que diariamente, e com isso fui desenvolvendo um relacionamento e afeto que se tem a um grande amigo ou a um familiar muito próximo. 


Na verdade tive meu primeiro contato com Bento XVI na época que ele era Cardeal, através da leitura de um livro de entrevistas: “Sal da terra e Luz do mundo”. Isso foi no ano de 1992. A partir daí, ele foi se tornando aquele que era o meu Cardeal preferido, por isso senti uma grande emoção quando o vi eleito Papa, em 2005. Desde esse dia minha aproximação de sua pessoa tornou-se cada vez mais intensa. 

É com um véu de tristeza no meu coração que tomo a consciência de que não poderei vê-lo – através das imagens – nas audiências gerais todas as quartas-feiras; nas transmissões das celebrações que ele presidia; e, principalmente, seus discursos e homilias que eu esperava ansiosamente a tradução para o português. Tenho que reconhecer que ele foi e é o grande mestre da minha vida cristã, pois seus ensinamentos foram uma janela que se abriu para que eu conhecesse mais o mistério de Deus, da Igreja e, consequentemente, da situação do mundo de hoje.

A sua renúncia ressalta duas virtudes vividas com muita intensidade: a humildade e a coragem. Santa Teresa de Ávila diz que a humildade é a verdade. Bento XVI, ao renunciar, fez uma análise muito profunda da verdade acerca de suas condições físicas e as necessidades da Igreja de hoje, mostrando com isso uma grande humildade, tendo assim a clareza do que era o melhor para Igreja. A segunda virtude, a da coragem de colocar em prática aquilo que sua consciência, iluminada pela luz da fé, o orientava a fazer, sem temer a expectativa das pessoas nem os seus comentários. Sua renúncia é um coroar da vivência dessas duas virtudes em toda sua vida. 

Bento XVI ficará na história como um grande mestre da fé, com a mesma grandeza que os padres da Igreja o foram. Acredito que seus escritos farão com que sua influência na Igreja cresça ao longo do tempo, como aconteceu com os grandes mestres da fé da Igreja, como: Santo Agostinho, Santo Inácio de Antioquia, São Tomás de Aquino e outros. Isto acontecerá especialmente porque, aliado a seus grandes conhecimentos teológicos, está sua santidade de vida. 

Resta-nos expressarmos nossa gratidão a Deus pelo bom pastor que Ele nos deu na pessoa de Bento XVI, e a nossa oração intensa e perseverante para que o Espirito Santo ilumine os Cardeais na eleição do novo Papa, para que ele seja um homem segundo o coração de Deus. 

Cesar Augusto Nunes de Oliveira
Fundador do Movimento da Transfiguração

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

#BXVInotwitter – Ações Comemorativas



Sou Católico Porque...

Convidamos todos os católicos a demonstrarem sua alegria por serem católicos no próximo dia 12/12/2012. O nosso Santo Padre o Papa #BXVI enviará o seu primeiro tuite, é dia de Nossa Senhora de Guadalupe e um novo apostolado será lançado com o intuito de sanar algumas dúvidas que católicos e não católicos têm sobre fé, espiritualidade entre outros.

Todos os católicos que estão presentes nas redes sociais estão convidados para apoiar a campanha, em especial aqueles que desenvolvem apostolado on-line ou são agentes de Pastoral da Comunicação (PASCOM). Replique este texto em seu blog ou perfil nas redes sociais e convide seus contatos a participar dessa comemoração.

Vamos mostrar ao mundo o carinho que o Brasil Católico nutre por seu Pastor e o nosso orgulho de ser Católico!

Quando: 12 de dezembro.
Concentração: a partir das 11h00
Onde: Twitter, Facebook, Orkut, etc.
Mote: #soucatolicoporque e #BXVInotwitter – Colocar no título dos posts dos blogs para os “robôs” dos sistemas de busca captarem.




Sugestões de mensagens para as redes sociais:

#soucatolicoporque  A Igreja católica oferece a única visão coerente da história do Cristianismo.

#soucatolicoporque A Igreja católica é a Igreja visível divina estabelecida por Jesus contra o qual as portas do inferno não podem e não prevalecerão.

#soucatolicoporque O Catolicismo não é dividido formalmente, nem é sectário.

#soucatolicoporque A Unidade católica faz o Cristianismo e Jesus mais acreditáveis para o mundo

#soucatolicoporque  O Catolicismo evita um individualismo que arruína a comunidade Cristã.

#soucatolicoporque O Catolicismo evita um individualismo que arruína a comunidade Cristã (1 Cor 12, 25- 26).

#soucatolicoporque  O Catolicismo evita o relativismo teológico, por meio da certeza dogmática, que é centralizada no papado.

#soucatolicoporque  O Catolicismo evita anarquismo doutrinário, impedindo assim a divisão do verdadeiro Cristianismo.

#soucatolicoporque  O Catolicismo formalmente previne o relativismo teológico que conduz às incertezas dentro do sistema protestante.

#soucatolicoporque  O Catolicismo rejeita a "Igreja Estatal" que conduziu os governos a dominar politicamente o Cristianismo.

Bento XVI unindo os católicos no twitter! #BXVInotwitter
Bento XVI semeia o evangelho no Twitter #BXVInotwitter

O reino de Deus está no meio de nós, agora também em sementes de 140 caracteres. #BXVInotwitter

Por Alex Camillo

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Terceiro livro do Papa em protuguês será lançado nesta quinta-feira no Rio de Janeiro


RIO DE JANEIRO, 04 Dez. 12 / 02:17 pm (ACI).- Após uma pré-venda em São Paulo, a edição em português do último livro da trilogia "Jesus de Nazaré", escrito pelo Papa Bento XVI, sobre a infância de Jesus, será lançado nesta quinta-feira, 6, no Rio de Janeiro. O Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, presidirá o lançamento a partir das 19h no auditório do Edifício João Paulo II, no bairro da Glória.
O terceiro volume (de 176 páginas) aborda os primeiros anos da vida de Jesus Cristo e no prefácio Bento XVI ressalta que esse livro é uma introdução aos dois livros lançados anteriormente.
O livro foi lançado no Vaticano no dia 20 de novembro, em nove idiomas. Nos próximos meses, o volume será traduzido em 20 idiomas e publicado em 72 países e já é o número 1 em vendas na Espanha.
O primeiro livro de Bento XVI, dedicado ao início da vida pública de Cristo (desde o batismo à transfiguração), foi publicado em 2007. E o segundo volume, publicado em março de 2011, trata dos momentos que precederam a morte de Jesus e a sua ressurreição.
No Brasil, os direitos de venda do livro são da Editora Planeta.

domingo, 21 de outubro de 2012

Bento XVI canoniza 7 beatos no dia mundial das missões

 
 
Vaticano, 21 Out. 12 / 11:42 am (ACI).- Neste domingo, 21 de outubro, Bento XVI presidiu uma celebração eucarística durante a qual foram canonizados sete beatos: Jacques Berthie, Pedro Calungsod, Giovanni Battista Piamarta, Maria del Carmelo Salles y Barangueras, Marianne Cope, Kateri Tekakwitha, Anna Schäffer.
Junto aos os milhares peregrinos na Praça São Pedro, especialmente aqueles que vieram com as delegações oficiais das terras de proveniência e de trabalho dos beatos canonizados, o Papa pediu para que o testemunho dos novos Santos, “possa falar hoje a toda a Igreja, e a sua intercessão possa reforçá-la e sustentá-la na sua missão de anunciar o Evangelho no mundo inteiro”
Segundo informou a Rádio Vaticano neste domingo, dia em que se celebra o Dia Mundial das Missões, Bento XVI recordou as palavras de Jesus relatadas pelo evangelista Marcos: “O Filho do homem veio para servir e dar a sua vida como resgate para muitos”.
“A Igreja escuta estas palavras com uma intensidade particular e reaviva a consciência para o serviço ao homem e ao Evangelho”, afirmou.
Tendo em conta ainda o Sínodo dos Bispos sobre a Nova Evangelização e no início do Ano da Fé, Bento XVI definiu “providenciais” essas canonizações, pois elas nos reavivam a consciência de viver totalmente em um perene estado de serviço ao homem e ao Evangelho.
“O Filho do homem veio para servir e dar a sua vida como resgate para muitos”. Para o Papa, essas palavras de Jesus no Evangelho deste Domingo constituíram o programa de vida dos sete novos santos.
Bento XVI afirmou ainda que os sete beatos hoje canonizados tiveram sua vida constituída por estas palavras. “Com coragem heróica eles consumiram a sua existência na consagração total a Deus e no serviço generoso aos irmãos. São filhos e filhas da Igreja, que escolheram a vereda do serviço seguindo o Senhor”.
Bento XVI prosseguiu fazendo um breve relato sobre a vida de cada um desses novos Santos. O primeiro deles foi Jacques Berthie, nascido na França em 1838 que, durante seu ministério paroquial, teve o desejo ardente de salvar almas. O santo chegou afirmar que preferia morrer antes que renunciar à sua fé.
Sobre Pedro Calungsod, nascido nas Filipinas, o Papa afirmou que “O seu desejo de ganhar almas para Cristo se sobrepunha a tudo, e isso o levou a aceitar decididamente o martírio. Morreu no dia 2 de abril de 1672. Algumas testemunhas contaram que Pedro poderia ter fugido para um lugar seguro, mas escolheu permanecer ao lado do Padre Diego. O sacerdote, antes de ser morto, pôde dar a absolvição a Pedro. Que o exemplo e o testemunho corajoso de Pedro Calungsod inspire o dileto povo das Filipinas a anunciar corajosamente o Reino e ganhar almas para Deus!”
Giovanni Battista Piamarta, sacerdote da Diocese de Brescia, foi um grande apóstolo da caridade e da juventude. “Percebia a necessidade de uma presença cultural e social do catolicismo no mundo moderno, por isso se dedicou ao progresso cristão, moral e profissional das novas gerações, com a sua esplêndida humanidade e bondade”, afirmou o Pontífice.
Sobre Santa Maria del Carmelo Salles y Barangueras, religiosa nascida em Vic, Espanha, em 1848 o Papa disse que “vendo a sua esperança preenchida, após muitas dificuldades, ao contemplar o progresso da Congregação das Religiosas Concepcionistas Missionárias do Ensino, pôde cantar junto com a Mãe de Deus: "Seu amor de geração em geração, chega a todos que o respeitam". A sua obra educativa, confiada à Virgem Imaculada, continua a dar frutos abundantes entre os jovens e através da entrega generosa das suas filhas que, como ela, se confiam ao Deus que pode tudo”.
Sobre Santa Marianne Cope o Santo Padre recordou que ela abraçou voluntariamente o chamado para cuidar dos leprosos no Havaí, o que era recusado por muitos. “Em uma época em que pouco se podia fazer por aqueles que sofriam dessa terrível doença, Marianne Cope demonstrou um imenso amor, coragem e entusiasmo”, disse.
Kateri Tekakwitha, conhecida como a “flor dos Mohawk”, foi batizada aos 20 anos de idade, para escapar da perseguição, se refugiou na Missão São Francisco Xavier, perto de Montreal. Ali ela trabalhou, fiel às tradições culturais do seu povo, embora renunciando as convicções religiosas deste, até a sua morte com 24 anos. Levando uma vida simples, Kateri permaneceu fiel ao seu amor por Jesus, à oração e à Missa diária. O seu maior desejo era saber e fazer aquilo que agradava a Deus..
Sobre a nova Santa Anna Schäffer, Bento XVI disse que ela quis entrar em uma congregação missionária. “Fortalecida pela comunhão diária, tornou-se uma intercessora incansável através da oração e um espelho do amor de Deus para as numerosas pessoas que procuravam conselho”.
“Queridos irmãos e irmãs! Estes novos Santos, diferentes pela sua origem, língua, nação e condição social, estão unidos com todo o Povo de Deus no mistério de Salvação de Cristo, o Redentor. Junto a eles, também nós aqui reunidos com os Padres sinodais, provenientes de todas as partes do mundo, proclamamos, com as palavras do salmo, que o Senhor é "o nosso auxílio e proteção", e pedimos: "sobre nós venha, Senhor, a vossa graça, da mesma forma que em vós nós esperamos". Que o testemunho dos novos Santos, a sua vida oferecida generosamente por amor a Cristo, possa falar hoje a toda a Igreja, e a sua intercessão possa reforçá-la e sustentá-la na sua missão de anunciar o Evangelho no mundo inteiro”, concluiu o Papa.

sábado, 13 de outubro de 2012

Peregrinação Santuários Europeus - 11º e 12º dia - Roma

No período de 21 de setembro a 6 de outubro, o Movimento da Transfiguração organizou mais uma peregrinação, desta vez aos Santuários Europeus.
O décimo primeiro dia da nossa Peregrinação foi uma manhã livre em Paris e a tarde viagem para Roma.
No décimo segundo dia, já em Roma, participamos pela manhã da audiência geral com o Santo Padre o Papa Bento XVI. Foi um momento muito marcante quando escutamos sendo anunciado, diante do Papa Bento XVI, na Praça de São Pedro, o nome do Movimento da Transfiguração. 
No período da tarde  visitamos o Museu do Vaticano e a Basílica de São Pedro. No final da tarde, participamos da missa na Basílica.
Veja abaixo as fotos:




















Para ver as fotos dos outros dias, clique abaixo:

Peregrinação Santuários Europeus - 1º dia - Lisboa

Peregrinação Santuários Europeus - 2º dia - Fátima

Peregrinação Santuários Europeus - 3º dia - Santiago de Compostela

Peregrinação Santuários Europeus - 13º dia - Roma

sábado, 15 de setembro de 2012

Papa aos jovens do Líbano

Ocupais um lugar privilegiado no meu coração e na Igreja inteira, porque a Igreja é sempre jovem. A Igreja confia em vós; conta convosco. Sede jovens na Igreja. Sede jovens com a Igreja. A Igreja precisa do vosso entusiasmo e criatividade.
 

[…] As frustrações presentes não devem levar-vos a buscar refúgio em mundos paralelos, como por exemplo o mundo das drogas de todo o tipo ou o mundo triste da pornografia. Quanto às redes sociais, são interessantes mas podem, com facilidade, levar-vos à dependência e à confusão entre o real e o virtual. Procurai e vivei relações ricas de amizade verdadeira e nobre. Cultivai iniciativas que dêem sentido e raízes à vossa existência, lutando contra a superficialidade e o consumismo fácil. Estais de igual modo sujeitos a outra tentação: a do dinheiro – este ídolo tirânico que cega até ao ponto de sufocar a pessoa e o seu coração. Infelizmente os exemplos que vedes em redor não são sempre dos melhores. Muitos esquecem-se da afirmação de Cristo: não se pode servir a Deus e ao dinheiro (cf. Lc 16, 13). Procurai bons mestres, guias espirituais que saibam indicar-vos o caminho para a maturidade, pondo de lado o que é ilusório, aparência e mentira.
Sede os portadores do amor de Cristo. Como? Voltando-vos sem reservas para Deus, seu Pai, que é a medida do que é justo, verdadeiro e bom. Meditai a Palavra de Deus. Descobri o interesse e a actualidade do Evangelho. Rezai. A oração, os sacramentos são os meios seguros e eficazes para ser cristão e viver «enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé» (cf. Cl 2, 7).
[…] Sede os mensageiros do Evangelho da vida e dos valores da vida; resisti corajosamente a tudo o que a nega: o aborto, a violência, a rejeição e o desprezo do outro, a injustiça, a guerra. Deste modo, propagareis a paz ao vosso redor. No fim de contas, não são os «obreiros da paz» aqueles que mais admiramos? E não é a paz o bem precioso que toda a humanidade procura? Porventura não é um mundo de paz aquilo que mais profundamente desejamos para nós e para os outros? سَلامي أُعطيكُم (dou-vos a minha paz): disse Jesus. Ele venceu o mal não com outro mal, mas tomando-o sobre Si e aniquilando-o na cruz com o amor vivido até ao fim.
Do discurso do Santo Padre, o Papa Bento XVI, aos jovens – Patriarcado Maronita de Bkerké, Líbano, 15 de setembro de 2012.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

O Papa já está no Líbano - Discurso de Boas-vindas

VISITA APOSTÓLICA DE SUA SANTIDADE BENTO XVI AO LÍBANO
DISCURSO DO SANTO PADRE



CERIMÓNIA DE BOAS-VINDAS
(Beirute – Aeroporto Rafiq Hariri, 14 de Setembro de 2012)
14/IX/2012 – Chegada (Aeroporto) n. 01 (Discurso)
 
Senhor Presidente da República,

Senhores Presidentes do Parlamento e do Conselho de Ministros, Amadas Beatitudes, Membros do Corpo Diplomático,

Ilustres Autoridades civis e religiosas presentes,

Queridos amigos!
 
Tenho a alegria, Senhor Presidente, de responder ao amável convite que me fez para visitar o vosso país, e também ao convite recebido dos Patriarcas e Bispos católicos do Líbano. Este duplo convite bastaria, se fosse necessário, para manifestar a dupla finalidade da minha visita ao vosso país. Esta sublinha as excelentes relações que sempre existiram entre o Líbano e a Santa Sé, e pretende contribuir para as reforçar. Com esta visita, desejo também retribuir as que o Senhor Presidente me fez ao Vaticano em Novembro de 2008 e, mais recentemente, em Fevereiro de 2011, seguida nove meses mais tarde pela visita do Senhor Primeiro-Ministro.
Foi durante o segundo dos nossos encontros que a majestosa estátua de São Maron foi abençoada. A sua presença silenciosa numa parede lateral da Basílica de São Pedro lembra, de forma permanente, o Líbano no próprio lugar onde foi sepultado o apóstolo Pedro. Manifesta um património espiritual secular, confirmando a veneração dos libaneses pelo primeiro dos Apóstolos e seus sucessores. Precisamente para ressaltar a sua grande devoção a Simão Pedro é que os Patriarcas Maronitas acrescentam ao seu nome o de Boutros. É bom ver como do santuário petrino, São Maron intercede continuamente pelo vosso país e por todo o Médio Oriente. Desde já lhe agradeço, Senhor Presidente, por todos os esforços realizados para o bom êxito da minha estadia entre vós.
Outro motivo da minha visita é a assinatura e entrega da Exortação apostólica pós-sinodal da Assembleia Especial para o Médio Oriente do Sínodo dos Bispos, Ecclesia in Medio Oriente; trata-se dum importante evento eclesial. Agradeço a todos os Patriarcas católicos que aqui se encontram, e de modo particular ao Patriarca emérito, o amado Cardeal Nasrallah Boutros Sfeir, e ao seu sucessor, o Patriarca Bechara Boutros Raï. Saúdo fraternalmente todos os Bispos do Líbano, bem como aqueles que vieram para rezar comigo e receber das mãos do Papa este documento. Através deles, saúdo com paterno afecto todos os cristãos do Médio Oriente. Destinada ao mundo inteiro, a Exortação propõe-se ser para eles um roteiro para os anos futuros. Alegro-me também por poder encontrar, durante estes dias, numerosas representações das comunidades católicas do vosso país, por podermos celebrar e rezar juntos. A sua presença, o seu compromisso e o seu testemunho são um contributo reconhecido e muito apreciado na vida diária de todos os habitantes do vosso amado país.
Desejo saudar também, com grande deferência, os Patriarcas e Bispos ortodoxos que me vieram receber, bem como os representantes das várias comunidades religiosas do Líbano. A vossa presença, queridos amigos, demonstra a estima e colaboração que, no respeito mútuo, desejais promover entre todos. Agradeço-vos pelos vossos esforços e tenho a certeza de que continuareis a procurar caminhos de unidade e concórdia. Não esqueço os acontecimentos tristes e dolorosos que, durante longos anos, atormentaram o vosso lindo país. A convivência feliz de todos os libaneses deve demonstrar a todo o Médio Oriente e ao resto do mundo que, dentro duma nação, pode haver colaboração entre as diversas Igrejas – todas elas membros da única Igreja Católica – num espírito de comunhão fraterna com os outros cristãos e, ao mesmo tempo, a convivência e o diálogo respeitoso entre os cristãos e os seus irmãos de outras religiões. Vós sabeis, tão bem como eu, que este equilíbrio, que é apresentado em toda a parte como um exemplo, é extremamente delicado. Por vezes ameaça romper-se, quando está esticado como um arco ou sujeito a pressões que são muitas vezes de parte ou interessadas, contrárias e estranhas à harmonia e suavidade libanesas. Então é preciso dar provas de real moderação e grande sabedoria; e a razão deve prevalecer sobre a paixão unilateral para favorecer o bem comum de todos. Porventura o grande rei Salomão, que conhecia o rei Hiram de Tiro, não considerava a sabedoria como sendo a virtude suprema!? Por isso a pediu com insistência a Deus, que lhe deu um coração sábio e inteligente (cf. 1 Rs 3, 9-12).
Venho também para vos dizer como é importante a presença de Deus na vida de cada um e como a forma de viver juntos – esta convivência de que o vosso país quer dar testemunho – só será profunda se estiver fundada sobre uma visão acolhedora e uma atitude de benevolência para com o outro, se estiver enraizada em Deus que deseja que todos os homens sejam irmãos. O famoso equilíbrio libanês, que quer continuar a ser efectivo, pode-se prolongar graças à boa vontade e ao compromisso de todos os libaneses. Só então será um modelo para os habitantes de toda a região e para o mundo inteiro. Não se trata duma obra meramente humana, mas dum dom de Deus que é preciso pedir com insistência, preservar a todo custo e consolidar resolutamente.
Os laços entre o Líbano e o Sucessor de Pedro são históricos e profundos. Senhor Presidente e queridos amigos, venho ao Líbano como peregrino de paz, como amigo de Deus e como amigo dos homens. «Salami ō-tīkum – dou-vos a minha paz», diz Jesus Cristo (Jo 14, 27). E hoje, além do vosso país, dirijo-me em espírito também a todos os países do Médio Oriente como peregrino de paz, como amigo de Deus e como amigo de todos os habitantes de todos os países da região, independentemente da sua filiação e da sua crença. Também a eles Jesus Cristo diz: «Salami ō-tīkum». As vossas alegrias e as vossas tribulações estão continuamente presentes na oração do Papa, pedindo a Deus que vos acompanhe e console. Posso assegurar-vos que rezo de maneira particular por todos os que sofrem nesta região, e são tantos! A estátua de São Maron recorda-me aquilo que vós viveis e suportais.
Senhor Presidente, o seu país preparou-me uma recepção calorosa, um magnífico acolhimento – o acolhimento que se reserva a um irmão amado e respeitado. Verdadeiramente digno é o seu país do «Ahlan wa Sahlan» libanês; já o é agora e sê-lo-á ainda mais daqui para diante. Estou feliz por estar com todos vós. Que Deus vos abençoe a todos (Lè yo barèk al-Rab jami’a kôm!). Obrigado.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Bento XVI: não ignoro o drama do Oriente Médio e vou até lá para promover a reconciliação


Vaticano, 10 Set. 12 / 08:00 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Bento XVI afirmou na tarde deste domingo, 9, que não ignora a dramática situação do Oriente Médio , região à qual ele irá no fim da próxima semana, especificamente ao Líbano, para promover a paz e reconciliação em uma situação de conflito tão difícil como a que vive a Síria.
Em sua saudação em francês aos peregrinos após a oração do Ângelus no Palácio Apostólico de Castel Gandolfo, o Santo Padre disse que : "nos próximos dias (de 14 a 16 de Setembro) irei  ao Líbano (fronteira com a Síria) em viagem apostólica para assinar a Exortação Apostólica pós-sinodal, fruto da Assembleia Especial para o Oriente Médio do Sínodo dos Bispos, realizada em outubro de 2010". 
"Eu vou ter a feliz oportunidade de encontrar-me com o povo libanês e suas autoridades, e com os cristãos desse amado país e os que vêm de países vizinhos. Não ignoro a dramática situação frequentemente dramática vivida pelo povo desta região golpeada há tanto tempo por incessantes conflitos", disse Bento XVI. 
O Papa também disse que entende "a angústia de muitos no Oriente Médio golpeados cotidianamente por sofrimentos de todos os tipos relacionados, infelizmente, às vezes fatalmente, com sua vida pessoal e familiar."
"Expresso minha preocupação por aqueles que procuram um espaço de paz, para seguirem sua vida familiar e profissional e experimentarem exílio precário. Embora seja difícil encontrar soluções para os vários problemas que atingiram a região, não podemos resignar-nos à violência e à exasperação das tensões".
O Santo Padre destacou em seguida que "o compromisso com o diálogo e a reconciliação deve ser uma prioridade para todas as partes envolvidas, e deve ser sustentado pela comunidade internacional, sempre mais consciente da importância para todo o mundo de uma paz estável e duradoura em toda a região."
Para concluir, o Papa disse que "minha visita apostólica ao Líbano, e, por extensão, a todo o Oriente Médio, está colocado sob o sinal da paz para voltar às palavras de Cristo:" Dou-vos a minha paz. 

"Que Deus abençoe o Líbano! Deus abençoe a todos!”, finalizou.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Todos à espera do Papa no Líbano


 
ROMA, quarta-feira, 5 de setembro de 2012 (ZENIT.org) - Faltando menos de dez dias para a visita apostólica de Bento XVI ao Líbano, diversas personalidades expressaram sua satisfação com a chegada de um pontífice pela segunda vez à terra dos cedros.
Nesta segunda-feira, o patriarca da Igreja católica maronita, Mar Bechara Boutros Al-Rahi, exortou os cristãos libaneses a viverem com "amor e verdade" a chegada do papa. Bechara pediu que as divisões internas não coloquem em perigo a qualidade da recepção reservada ao santo padre, cuja visita tem como ponto central a assinatura da exortação apostólica pós-sinodal da Igreja no Oriente Médio.
Em declarações à Radio Vaticano, o patriarca de Antioquia, Gregorios III Laham, se mostrou feliz com a viagem papal ao Líbano e, portanto, à Terra Santa. Laham manifestou a esperança de que Bento XVI pronuncie palavras importantes para reforçar o diálogo, a convivência e a construção comum de um mundo melhor no país e na região.
Na mensagem que envia todos os meses aos membros do Opus Dei, seu prelado, dom Javier Echevarría Rodríguez, pediu orações pelo pontífice e pelo Oriente Médio, terra que Jesus Cristo santificou com a sua presença.
As atividades programadas para a viagem apostólica não sofreram nenhuma alteração oficial, apesar da hesitação de alguns setores sobre a conveniência da visita neste momento de crise na região, devido aos conflitos na vizinha Síria. Neste domingo, durante o ângelus, as últimas dúvidas se dissiparam quando Bento XVI manifestou sua alegria por visitar o Líbano “em breve”.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Além do Brasil o Papa Bento XVI poderia viajar à Colômbia, ao Chile ou ao Panamá em 2013


ROMA, 06 Jul. 12 / 03:46 pm (ACI/Europa Press).- O Papa Bento XVI poderia voltar a visitar um país da América Latina em julho de 2013, aproveitando a viagem ao Brasil pela Jornada Mundial da Juventude (JMJ Rio 2013), e poderia ser a Colômbia, o Panamá e Chile.
Nas últimas semanas estas nações reforçaram gestões para obter que o avião papal “desvie” sua trajetória e aterrisse em algum destes países, segundo a imprensa italiana.
O governo da Colômbia já estendeu seu convite ao Papa e a Conferência Episcopal deste país também o fez em 22 de junho durante um encontro com Bento XVI, na conclusão da visita ad limina de um grupo de bispos do país aos quais o Pontífice respondeu que "Deus o dirá", informou o diário italiano La Stampa.
Além disso, assinala que outro dos governos empenhados em obter uma visita papal é o Panamá já que em 2013 se cumpre o quinto centenário da criação da primeira diocese em terra firme do Continente Americano que é a de Santa María La Antigua, no território panamenho.
Com este motivo, convocou-se um especial ano jubilar que terá início no dia 28 de novembro deste ano e ao qual o Papa enviará como representante o prefeito da Congregação para os Bispos e presidente da Pontifícia Comissão para a América Latina, Cardeal Marc Ouellet.
Conforme destaca o jornal, o vice-chanceler do Panamá, Francisco Álvarez Del Soto, convidou o Papa a seu país durante sua visita ao Vaticano no fim de maio e o Papa, uma vez mais, respondeu que "tudo depende de Deus". Continuando, Álvarez se encontrou com o subsecretário para as Relações com os Estados da Sé Apostólica, Ettore Balestrero.
Por sua parte, o embaixador do Chile, Fernando Zegers Santa Cruz e o intendente de Coquimbo, Sergio Gahona, reiteraram no último 20 de junho seu convite ao Papa, feito já pelo presidente Sebastián Piñera em março de 2011, com motivo da bênção da Porta da Cruz do Terceiro Milênio ao finalizar uma audiência geral.
O jornal italiano destaca o êxito da visita do Santo Padre ao México e a Cuba no mês de março e afirma que o entorno papal vê com boas possibilidades que a peregrinação ao Brasil no próximo no seja ocasião para a visita a outro país latino-americano.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

A prostração devida diante do Santíssimo Sacramento

"O hino da Carta aos Filipenses oferece-nos aqui duas indicações importantes para a nossa oração. A primeira é a invocação «Senhor», dirigida a Jesus Cristo, sentado à direita do Pai: Ele é o único Senhor da nossa vida, no meio de muitos «dominadores» que a querem orientar e guiar. Por isso, é necessário dispor de uma escala de valores na qual a primazia compete a Deus, para afirmar com São Paulo: «Sim, considero que tudo isto foi mesmo uma perda, por causa da maravilha que é o conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor» (Fl 3, 8). O encontro com o Ressuscitado levou-o a compreender que Ele é o único tesouro pelo qual vale a pena despender a própria existência.

A segunda indicação é a prostração, o «dobrar-se de todos os joelhos» na terra e nos céus, que evoca uma expressão do profeta Isaías, onde indica a adoração que todas as criaturas devem a Deus (cf. 45, 23). A genuflexão diante do Santíssimo Sacramento, ou o pôr-se de joelhos na oração exprimem precisamente a atitude de adoração perante Deus, também com o corpo. Daqui a importância de realizar este gesto não por hábito e à pressa, mas com consciência profunda. Quando nos ajoelhamos diante do Senhor, professamos a nossa fé nele, reconhecemos que Ele é o único Senhor da nossa vida."


Da catequese do Santo Padre de quarta-feira, 27 de junho de 2012

domingo, 1 de julho de 2012

Arcebispos recebem o Pálio em Roma na festa de São Pedro e São Paulo

Dom Jaime Arcebispo de Natal recebendo o Pálio
VATICANO, 30 Jun. 12 / 03:35 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em suas palavras prévias à oração do Ângelus ontem, 29 de junho, na Praça de São Pedro, o Papa Bento XVI assinalou que São Pedro e São Paulo, pilares da Igreja nascente foram “testemunhas distintas da fé”. “Eles expandiram o Reino de Deus com seus diversos dons e, no exemplo do Mestre divino, selaram com sangue sua pregação evangélica”, destacou.
O Santo Padre sublinhou que o martírio de ambos os Santos “sinal de unidade da Igreja, como disse Santo Agostinho: “Um só dia é consagrado à festa dos dois apóstolos. Mas também eles eram uma coisa só. Embora tenham sido martirizados em dias diferentes, eram uma coisa só. Pedro precede, Paulo segue”.
“Do sacrifício de Pedro são sinais eloquentes a Basílica Vaticana e esta Praça, tão importantes para o cristianismo. Também do martírio de Paulo restam traços significativos na nossa cidade, especialmente a Basílica a ele dedicada na Via Óstia. Roma traz escrito na sua história os sinais da vida e da morte gloriosa do humilde pescador da Galiléia e do apóstolo dos povos, que justamente os escolheram como Protetores”.
Para Bento XVI ao recordar o “luminoso testemunho deles, nós recordamos o início venerável da Igreja que em Roma crê e prega o anúncio de Cristo Redentor. Mas os Santos Pedro e Paulo brilham não só no céu de Roma, mas no coração de todos os que creem e que, iluminados pelos seus ensinamentos e exemplos, em cada parte do mundo, andam sobre o caminho da fé, da esperança e da caridade”.
“Neste caminho de salvação, a comunidade cristã, sustentada pela presença do Espírito do Deus vivo, sente-se encorajada a prosseguir forte e serena sobre a estrada da fidelidade a Cristo e do anúncio do Seu Evangelho aos homens de cada tempo”.
O Papa também recordou a cerimônia de imposição dos pálios aos novos arcebispos realizada horas antes, e a qualificou como “Um rito sempre eloquente que põe em destaque a íntima comunhão dos Pastores com o Sucessor de Pedro e o profundo vínculo que nos liga à tradição apostólica. Trata-se de um duplo tesouro de santidade, no qual se fundam juntamente a unidade e a catolicidade da Igreja: um tesouro precioso a se redescobrir e se viver com renovado entusiasmo e constante empenho”.
O Papa dirigiu uma saudação especial para os 7 Arcebispos do Brasil (e 1 da Angola) “que acabaram de receber o pálio e também para os familiares e amigos que os acompanham: À Virgem Maria confio vossas vidas, famílias e dioceses, para todos implorando o dom do amor e da unidade sobre a rocha de Pedro.”
Lista dos Bispos brasileiros que receberam o Pálio:

Dom Wilson Tadeu Jonck S.C.I. de Florianopolis (SC).
Dom Jose Francisco Rezende Dias de Niterói (RJ).
Dom Esmeraldo Barreto de Farias de Porto Velho (RO).
Dom Airton Jose dos Santos de Campinas (SP).
Dom Jacinto Furtado de Brito Sobrinho de Teresina (PI).
Dom Paulo Mendes Peixoto de Uberaba (MG).
Dom Jaime Vieira Rocha de Natal (RN).

terça-feira, 26 de junho de 2012

O Papa visita populações atingidas pelo terremoto na Itália: “Meu coração está convosco”


VATICANO, 26 Jun. 12 / 05:09 pm (ACI/EWTN Noticias)
O Papa Bento XVI visitou os milhares de atingidos pelo terremoto que em 29 de maio afetou a zona italiana de Emilia Romagna e ofereceu-lhes consolo recordando que diante dos desastres naturais o homem deve procurar refúgio em Deus.
O helicóptero do Papa aterrissou no campo esportivo de San Marino Del Carpi (Módena) onde foi acolhido pelo Bispo da diocese, Dom Francesco Cavina e pelo Chefe do Departamento da Defesa Civil, Franco Gabrielli.
A bordo de um mini-ônibus, transladou-se à zona de Rovereto di Novi, onde se deteve uns momentos na igreja da Santa Catarina de Alexandria, em cujo desmoronamento faleceu o Pe. Ivan Martini. Bento XVI, deslocando-se em um jipe, saudou os pressente até chegar ao lugar do encontro com a população na praça central de Rovereto que contou com a presença dos arcebispos e bispos de Bolonha, Carpi, Módena, Mantua, Ferrara e Reggio-Emilia.
"A situação que estão vivendo, evidenciou um aspecto que gostaria que estivesse bem presente em seu coração: vocês não estão nem estarão sozinhos! Nestes dias, em meio de tanta destruição e dor, vocês viram e sentiram que muitas pessoas se mobilizaram para expressar-lhes proximidade, solidariedade, afeto", e "minha presença entre vós quer ser um destes sinais de amor e de esperança", expressou o Papa aos atingidos pelo sismo.
Em seu discurso, o Santo Padre recordou aos afetados pelo sismo que seu coração "está perto dos seus para lhes consolar, mas, sobre tudo para lhes animar e lhes sustentar".
Ao recordar às vítimas, o Papa rendeu comemoração ao P. Ivan Martini, o pároco que morreu ao tentar salvar uma imagem da Virgem. "Dirijo uma saudação particular a vós, queridos sacerdotes, e a todos os irmãos, que estão demonstrando, como já aconteceu em outros momentos difíceis da história desta terra, seu amor generoso para com o povo de Deus", expressou.
Logo, o Papa convidou os presentes a refletirem sobre o Salmo 46, que recorda que "Deus é nosso refúgio e fortaleza, uma ajuda sempre preparada para os perigos. Por isso não temamos, embora a terra se mova e as montanhas se desabem até o fundo do mar".
"Estas palavras do Salmo não só me comovem porque utilizam a imagem do terremoto, mas, sobre tudo, por aquilo que afirmam a respeito da nossa atitude interior ante o transtorno da natureza: uma atitude de grande segurança, afiançada sobre a rocha firme e inquebrável que é Deus", assinalou.
Embora estas palavras "pareçam estar em dissonância com o inevitável temor pelo sismo, em realidade, o Salmo se refere à segurança da fé", portanto, "sim, podemos ter temor, angústia –também Jesus os experimentou–, mas acima de tudo fica a certeza de que Deus está comigo como o menino que sabe sempre que pode contar com sua mãe e com seu pai, porque se sente amado, querido, independentemente do que aconteça".
Neste sentido, explicou que assim como as pessoas respeito a Deus, são pequenas e frágeis, mas estão seguras em suas mãos. Quer dizer, "confiados a seu amor que é sólido como uma rocha".
"Sobre esta rocha, com esta firme esperança, pode-se construir e pode-se reconstruir", afirmou.
O Papa animou as pessoas prejudicadas pelo abalo sísmico a recomeçarem uma nova vida sobre a rocha da fé, e chamou as instituições e os cidadãos "a serem, apesar das dificuldades do momento, como o bom samaritano do Evangelho que não passa indiferente ante quem está necessitado, mas, com amor, inclina-se, socorre, permanece a seu lado, encarregando-se até o fim das necessidades do outro".
Bento XVI indicou que desde os primeiros dias do terremoto "sempre estive perto de vós com minha oração e preocupação. E ao ver que a prova ia fazendo-se mais dura, senti cada vez mais a necessidade de vir pessoalmente entre vós. Dou graças ao Senhor que me concedeu isso!".
"Abraço com meu pensamento e meu coração a todas as populações que sofreram danos pelo terremoto, especialmente as famílias e as comunidades que choram por seus seres queridos que faleceram: que o Senhor os acolha em sua paz", acrescentou.
Finalmente, o Papa assegurou a intervenção e proximidade da Cáritas e dirigiu uma saudação especial ao Arcebispo de Bolonha, Cardeal Carlo Caffara, e recordou aos bispos, sacerdotes, representantes das diversas realidades religiosas e sociais, voluntários, e as forças de segurança que é "importante oferecer um testemunho concreto de solidariedade e de unidade".
"Permaneçam fiéis à sua vocação de ser gente fraterna e solidária, e confrontarão cada coisa com paciência e determinação, rechaçando as tentações que, infelizmente, estão relacionadas com estes momentos de debilidade e de necessidade", concluiu.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

O programa de atividades para o Ano da Fé

VATICANO, 21 Jun. 12 / 07:16 pm (ACI/EWTN Noticias)


Esta manhã foi apresentado na Sala de Imprensa da Santa Sé o programa de atividades para o Ano da Fé, convocado pelo Papa Bento XVI de 11 de outubro a 24 de novembro de 2013.

No ato estiveram presentes o Presidente do Pontifício Conselho para a Nova Evangelização, Dom Rino Fisichella e o Subsecretário do dicasterio, Dom Graham Bell.

Conforme foi informado à imprensa, os eventos mais importantes deste especial ano contarão com a presença do Santo Padre e serão realizados em Roma. Entre estes destaca-se a abertura do Ano da Fé na Praça de São Pedro (na quinta-feira 11 de outubro) com uma solene Eucaristia, concelebrada por todos os Padres sinodais, os presidentes das Conferências Episcopais e alguns clérigos que participaram do Concílio Vaticano II.
Em 21 de outubro se canonizarão sete mártires e confessores da fé. Entre eles o francês Jacques Barthieu; o filipino Pedro Calugsod; o italiano Giovanni Battista Piamarta; a espanhola María Del Carmen; a iroquesa Katheri Tekakwhita e as alemãs Madre Marianne (Barbara Cope) e Anna Schäffer.
Em 25 de janeiro de 2013, na tradicional celebração ecumênica na Basílica de São Pablo Extramuros, rezará-se para que "através da profissão comum do Símbolo os cristãos (...) não esqueçam o caminho da unidade".
No dia 28 de abril o Santo Padre celebrará a crisma de um grupo de jovens e no domingo 5 de maio estará dedicado à piedade popular e ao trabalho das confrarias.
No dia 18 de maio, vigília de Pentecostes, haverá um encontro de movimentos eclesiais na Praça de São Pedro. No domingo 2 de junho, celebração do Corpus Christi, haverá uma solene adoração Eucarística, que será realizado à mesma hora em todas as catedrais e igrejas do mundo.
O domingo 16 de junho estará dedicado ao testemunho do Evangelho da Vida. No dia 7 de julho concluirá na Praça de São Pedro a peregrinação dos seminaristas, noviças e noviços de todo o mundo.
No dia 29 de setembro haverá uma celebração pelo aniversário da publicação doCatecismo da Igreja Católica enquanto o 13 de outubro estará dedicado à presença da Maria na Igreja.
Finalmente, em 24 de novembro de 2013 se celebra a jornada de encerramento do Ano da Fé.
Do mesmo modo, indicou-se que os diversos dicasterios têm em programadas iniciativas publicadas no calendário. Entre os eventos culturais destaca-se uma exposição sobre São Pedro em Castel Sant'Angelo (7 fevereiro- 1 maio 2013) e um concerto na Praça de São Pedro (22 de junho 2013).
A Jornada Mundial da Juventude, que será celebrada no Rio de Janeiro entre os dias 23 e 28 de julho de 2013 também ocorrerá no contexto do ano da Fé e contará com a presença do Santo Padre.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

VII Encontro Mundial das Famílias

O Papa Bento XVI pediu às famílias que recordem que, apesar das dificuldades que enfrenta a vocação matrimonial nestes tempos, o amor é “a única força que pode verdadeiramente transformar o mundo”.
Em sua homilia durante a Missa de encerramento do VII Encontro Mundial das Famílias, no Parque Bresso de Milão diante de mais de um milhão de fiéis, Bento XVI assinalou aos esposos presentes no evento que “na vivência do matrimônio, não dais qualquer coisa ou alguma atividade, mas a vida inteira. E o vosso amor é fecundo, antes de mais nada, para vós mesmos, porque desejais e realizais o bem um do outro, experimentando a alegria do receber e do dar”.
“Depois é fecundo na procriação generosa e responsável dos filhos, na solicitude carinhosa por eles e na educação cuidadosa e sábia. Finalmente é fecundo para a sociedade, porque a vida familiar é a primeira e insubstituível escola das virtudes sociais, tais como o respeito pelas pessoas, a gratuidade, a confiança, a responsabilidade, a solidariedade, a cooperação”.
O Santo Padre precisou que “Não é só a Igreja que é chamada a ser imagem do Deus Uno em Três Pessoas, mas também a família fundada no matrimônio entre o homem e a mulher. No princípio, de fato, «Deus criou o ser humano à sua imagem, criou-o à imagem de Deus: Ele os criou homem e mulher. Abençoando-os, Deus disse-lhes: "Crescei e multiplicai-vos"» (Gn 1, 27-28)”.
“Deus criou o ser humano, homem e mulher, com igual dignidade, mas também com características próprias e complementares, para que os dois fossem dom um para o outro, se valorizassem reciprocamente e realizassem uma comunidade de amor e de vida. O amor é o que faz da pessoa humana a autêntica imagem de Deus”, completou.
“Aos vossos olhos foi oferecido o testemunho de tantas famílias, que indicam os caminhos para crescer no amor: manter um relacionamento perseverante com Deus e participar na vida eclesial, cultivar o diálogo, respeitar o ponto de vista do outro, estar disponíveis para servir, ser paciente com os defeitos alheios, saber perdoar e pedir perdão, superar com inteligência e humildade os possíveis conflitos, concordar as diretrizes educacionais, estar abertos às outras famílias, atentos aos pobres, ser responsáveis na sociedade civil”.
Bento XVI sublinhou que “todos estes são elementos que constroem a família. Vivei-os com coragem, pois na medida em que, com o apoio da graça divina, viverdes o amor mútuo e para com todos, tornar-vos-eis um Evangelho vivo, uma verdadeira Igreja doméstica”.
O Santo Padre pediu aos esposos cuidar dos seus filhos e, “num mundo dominado pela técnica”, transmitir-lhes com serenidade e confiança as razões para viver, a força da fé desvendando-lhes metas altas e servindo-lhes de apoio nas fragilidades.
“Mas também vós, filhos, sabei manter sempre uma relação de profundo afeto e solícito cuidado com os vossos pais, e as relações entre irmãos e irmãs sejam também oportunidade para crescer no amor”.
Em sua homilia, o Papa recomendou às famílias que peçam freqüentemente a ajuda da Virgem Maria e São José para ensinar-lhes a acolher o amor de Deus, tal como eles o acolheram.
Bento XVI também se dirigiu a aqueles fiéis que, apesar de compartilhar e viver os ensinos da Igreja sobre a família “estão marcados por experiências dolorosas de falência e separação. Sabei que o Papa e a Igreja vos apoiam na vossa fadiga. Encorajo-vos a permanecer unidos às vossas comunidades, enquanto almejo que as dioceses assumam adequadas iniciativas de acolhimento e proximidade”.
O Papa recordou às famílias que “para nós, cristãos, o dia de festa é o Domingo, dia do Senhor, Páscoa semanal”.
“Queridas famílias, mesmo nos ritmos acelerados do nosso tempo, não percais o sentido do dia do Senhor! É como o oásis onde parar para saborear a alegria do encontro e saciar a nossa sede de Deus”.
O Papa destacou que família, trabalho e festa são “três dons de Deus, três dimensões da nossa vida que se devem encontrar num equilíbrio harmonioso”.
“Harmonizar os horários do trabalho e as exigências da família, a profissão e a maternidade, o trabalho e a festa é importante para construir sociedades com um rosto humano”.
Bento XVI afirmou que “É preciso educar-se para crer, em primeiro lugar na família, no amor autêntico: o amor que vem de Deus e nos une a Ele e, por isso mesmo, «nos transforma em um Nós, que supera as nossas divisões e nos faz ser um só, até que, no fim, Deus seja "tudo em todos" (1 Cor 15, 28)»”.

Fonte:ACI digital

sexta-feira, 1 de junho de 2012

JMJ - praia de Copacabana e base aérea de Santa Cruz

A praia de Copacabana (zona sul) e a base aérea de Santa Cruz (zona oeste) são os locais escolhidos pelo Vaticano para os mais importantes momentos da Jornada Mudial da Junventude (JMJ) Rio 2013, que ocorrerá entre os dias 23 e 28 de julho do próximo ano.
Em Copacabana serão realizadas a abertura da JMJ Rio 2013, a Via-Sacra, e também será o local de recepção do papa Bento XVI, momento em que o pontícife se encontrará com os milhões de jovens de todo o mundo. Na Base Aérea de Santa Cruz acontecerá o encerramento da JMJ Rio 2013, com a Vigília dos Jovens e a Missa de Envio.
“A programação do Papa só será decidida no final do ano. O Papa costuma participar de todas as estações da Via-Sacra, mas isso só poderemos afirmar no final do ano”, ponderou o Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta.
Dois lugares marcantes, de acordo com Dom Orani: “a Base Aérea tem o nome da Terra de Santa Cruz, nome que o Brasil levou desde o início. Lá também está uma cruz antiga trazida pelos jesuítas que marca o trabalho de evangelização do Rio de Janeiro. Já Copacabana leva esse nome por causa de Nossa Senhora de Copacabana. Então, teremos Maria ao pé da Cruz – recordando bem todo o mistério de salvação”.